Criação de sites 5 min de leitura
Quanto custa um site em 2026? O preço muda mais pelo que ele precisa fazer do que pelo número de páginas
Dois sites podem ter cinco páginas e preços completamente diferentes. Entenda o que realmente muda o orçamento: estratégia, conteúdo, design, SEO, tecnologia, integrações, medição e suporte.
22 de outubro de 2026
Você pede três orçamentos para um site de cinco páginas.
Um custa R$ 800. Outro R$ 3 mil. Outro R$ 8 mil.
Os três prometem “Home, Sobre, Serviços, Blog e Contato”.
Então por que a diferença?
Porque contar páginas é uma forma ruim de comparar projetos digitais.
Duas propostas podem ter a mesma quantidade de páginas e entregar coisas completamente diferentes por baixo: estratégia, texto, design, velocidade, SEO, medição, integrações, segurança e estrutura para crescer.
Primeiro: site não é só o que aparece na tela
Quando você vê um site pronto, vê layout, texto, imagens e botões.
Mas antes disso existe uma sequência de decisões:
- o que a empresa precisa comunicar;
- qual público queremos atrair;
- quais serviços merecem páginas próprias;
- como a pessoa vai navegar;
- qual ação queremos que ela faça;
- como o Google vai entender a estrutura;
- o que será medido depois do lançamento.
Um projeto que pula essa etapa pode sair rápido e barato. Também pode precisar ser refeito rápido.
Quantidade de páginas importa, mas não conta a história inteira
Claro que um site com vinte páginas exige mais trabalho que uma página única.
Mas até aqui existe diferença.
Uma Home genérica com três blocos prontos é muito diferente de uma página construída a partir de posicionamento, intenção de busca, copy, provas, navegação e conversão.
Também existe diferença entre juntar todos os serviços numa página e criar páginas específicas para aquilo que as pessoas realmente pesquisam.
Para SEO, essa arquitetura pode fazer muita diferença.
Layout pronto é mais barato. E às vezes é exatamente o que a empresa precisa
Nem toda pequena empresa precisa de direção de arte exclusiva, animação e projeto visual complexo.
Template pode ser uma escolha inteligente quando orçamento e prazo são prioridades.
O problema é vender template como projeto sob medida.
Um layout criado para a marca exige mais horas, estudo de identidade, hierarquia visual e adaptação ao conteúdo real.
Você paga menos por “ter uma página” e mais por ela parecer realmente daquela empresa.
Texto também entra na conta
Quem escreve?
Se a empresa entrega todos os textos revisados, claros e prontos, ótimo.
Mas em muitos projetos o fornecedor precisa entrevistar, organizar informação, entender serviço, encontrar diferenciais, estruturar páginas e escrever de um jeito que uma pessoa e o Google consigam entender.
Isso é parte do projeto.
E hoje ainda existe outra camada: páginas bem organizadas também ajudam mecanismos de IA a compreenderem melhor o negócio.
SEO técnico deveria nascer junto, não ser remendo depois
Título de página, descrição, headings, URLs, sitemap, indexação, links internos, estrutura semântica, dados estruturados quando cabem, performance e conteúdo legível.
Isso tudo deveria ser pensado durante a construção.
Na RCA, a gente prefere site com estrutura preparada para mecanismos de busca e plataformas de inteligência artificial, em vez de entregar um projeto bonito e descobrir depois que o Google mal entende o que existe ali.
Velocidade custa trabalho
Imagem pesada, código em excesso, plugin demais e hospedagem ruim deixam o site lento.
O Google usa métricas de experiência chamadas Core Web Vitals para avaliar aspectos de carregamento, resposta e estabilidade visual.
O usuário não sabe o nome dessas métricas. Só sabe que clicou e demorou.
Otimizar imagem, código e carregamento exige tempo técnico. Por isso dois sites visualmente parecidos podem ter desempenho bem diferente.
Funcionalidade muda bastante o preço
Site institucional não custa o mesmo que loja virtual.
Agendamento, área restrita, portal de cliente, catálogo, calculadora, integração com CRM, pagamento, API e automação adicionam desenvolvimento, teste e manutenção.
É aqui que comparar “quantas páginas” fica ainda mais inútil.
Medição também deveria vir de fábrica
Se o objetivo é gerar negócio, o site deveria conseguir medir ações importantes.
Formulário enviado, clique no WhatsApp, ligação, compra, pedido de orçamento.
Quando isso não é configurado, a empresa lança o site e depois descobre que ninguém sabe dizer se ele trouxe resultado.
Site sem medição vira opinião.
Tem custo depois da entrega?
Sim, e a proposta deveria explicar.
Normalmente entram:
- domínio;
- hospedagem;
- manutenção, quando contratada;
- licenças específicas, se existirem;
- atualizações ou novos conteúdos;
- serviços extras como SEO contínuo, mídia e produção.
Hospedagem e domínio são diferentes do valor de criação.
Essa separação precisa estar clara para o cliente saber o que comprou e o que continua sendo serviço.
O preço mais baixo pode ser ótimo. Só precisa ser comparável
Um site de entrada pode ser exatamente o que uma empresa precisa agora.
O barato vira problema quando corta justamente as partes que ninguém explicou no orçamento: propriedade, mobile, SEO, segurança, medição, suporte e hospedagem.
Antes de comparar propostas, pergunte:
- quem escreve o conteúdo;
- se o layout é pronto ou personalizado;
- o que está incluído em SEO técnico;
- se o site será medido;
- quem fica com domínio e acessos;
- qual é o custo anual;
- o que acontece se você trocar de fornecedor;
- se existe suporte depois da entrega.
Sobre propriedade, vale ler também Seu site é seu ou você só está pagando para usar?.
Quanto custa um site? A resposta certa começa com outra pergunta
O que esse site precisa fazer pela sua empresa?
Apresentar? Gerar orçamento? Ser encontrado no Google? Vender? Agendar? Atender várias unidades? Integrar com algum sistema?
É a resposta que define o projeto.
Na RCA, site não é pacote fechado só por quantidade de páginas. A gente dimensiona a estrutura conforme o negócio e deixa claro o que está incluído, o que é recorrente e o que fica sob controle do cliente.
Se você quer comparar um orçamento com base no que realmente recebe, conte para a RCA o que sua empresa precisa ou conheça nosso trabalho de criação de sites.
acabou por aqui, mas o assunto não :)